sexta-feira, 6 de agosto de 2010

DIGA NÃO AO FIM DO MANOS E MINAS!!


      Salve Geral!!



João Sayad, presidente da TV CULTURA (Braço direito do candidato a presidente José Serra), mais uma vez tenta calar a voz dos excluidos tirando o MANOS E MINAS da grade de programas da TV CULTURA.



ABAIXO ASSINADO



Pela primeira vez a cultura de rua e a periferia tiveram voz na televisão aberta. O Manos e Minas, da TV Cultura, foi o veiculo dessa voz que agora está sendo calada. João Sayad, o presidente da Fundação Padre Anchieta, tirou Manos e Minas do ar - o único programa que mostrou que periferia não é sinônimo de bandidagem. Ali nascem também artistas, trabalhadores e músicos, gente que faz Cultura de verdade.


Esse abaixo-assinado é uma das formas de protesto contra essa decisão arbitrária e desrespeitosa com a população mais carente que tinha no Manos e Minas o seu único e melhor canal de expressão. Diga não ao fim do Manos e Minas.

NOME ____________  RG _____________
 
(repassem / copiem / distribuam / colaborem )...   o hip hop agradece!!

informações: mcezarmkt@gmail.com

quinta-feira, 29 de julho de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

SPAINY E TRUTTY ATRAÇÃO NO 1º DE MAIO / 2010

SPAINY E TRUTTY, LECI BRANDÃO, PADRE FABIO DE MELO E LUAN SANTANA
 SÃO ATRAÇÕES DO
1º DE MAIO UNIFICADO: CTB, NCST E UGT


A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) e UGT (União Geral dos Trabalhadores)

realizam no dia 1º de Maio, na Praça Martins s/n°, na Barra Funda, o mega concerto terá a presença do mais novo ídolo da música sertaneja Luan Santana, que subirá no palco às 14h. Além dele, se apresentam durante todo o dia, os mais destacados cantores e duplas da atualidade, como a banda de rap Spainy e Trutty, Padre Fabio de Melo e Leci Brandão.


A intenção das centrais sindicais é, neste 1º de Maio de 2010, reunir cerca de 500 mil trabalhadores no show.

sábado, 24 de abril de 2010

STAND UP DO GUETO

Em um momento de descontraçao, trutty zoando no estudio faz o stand up do gueto, fala da familia dos amigos da Origem do grupo Spainy e Trutty, vc vai rir muito....

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sexta-feira, 26 de março de 2010

RAP DE RODA - MÚSICA OGUM AO VIVO GRAVADO NA PENHA - SP

VAI PENSANDO QUE NÓIS NÃO TÁ TRABALHANDO!!!!  
                                      LOGO, LOGO PROJETO RAP DE RODA!!!


quarta-feira, 24 de março de 2010

Um Rei chamado CHICO! ( 2ª Parte)


Os dois juntos trabalhavam por um propósito:
alforriar um por um os demais escravos sem levar em conta a que nação pertencia, o que a custo conseguiriam realizar.
Juntos conseguiram acumular uma pequena fortuna e comprar a Encardideira, mina do antigo arraial Antônio Dias, vizinho de Vila Rica. Como esta mina estava desativada, já tendo sido explorada sem sucesso por vários outros garimpeiros, os negros questionaram junto a Chico Rei tal aquisição. Refutavam a compra da Encardideira sob o argumento de que estavam jogando fora todo ouro que já haviam conseguido em um buraco improfícuo. Era insensatez. Alforriados e sem posses, como haveriam de viver?
-Eles vão jogar fora o que conseguiram com muito sacrifício, não terão como viver depois!- indignavam-se os escravos.
Mas Chico Rei e os alforriados seguiram em frente. Compraram a mina e iniciaram de imediato o garimpo. Agora que eram livres, ocupavam-se unicamente de cavar a mina, dia e noite, sem desistir ou desanimar. Passou-se o tempo e começaram a surgir pepitas e mais pepitas de ouro no fundo da Encardideira. E eles, em febre, cada um com a sua bateia, colhiam o tesouro inesgotável que haviam encontrado. Enfim, o ouro.
Francisco, agora próspero, empreendeu a construção da igreja do Rosário e de Santa Efigênia. É interessante perceber que aquele que o estimulava era uma causa religiosa e não política. Tinha grande amor por Santa Efigênia, personagem de uma África cristã, e por Nossa Senhora do Rosário, protetora dos negros. Há quem diga que na construção desses templos, que representavam poder, pode estar uma das sementes da libertação dos escravos. Enquanto o ouro brotava das águas do rio, os negros se enriqueciam de posses, comprando casas dignas, móveis luxuosos, roupas caras e carruagens. Encomendavam sedas e outros tecidos de igual pompa.
Chico Rei contratou artistas renomados para talhar as igrejas, seus altares e capela-mor. Foram utilizados nessa construção os mais nobres materiais, como mármores de Carrara, madeira de lei, ouro. Santeiros da capital esculpiram estátuas de santo e o nicho em homenagem à santa foi esculpido por Aleijadinho, alcunha de Manuel Francisco Lisboa.
As negras traziam ouro em pó escondido debaixo das unhas, da pele e no cabelo para oferecê-lo a Santa, contribuindo, assim, para a construção do templo. Conta-se que se ajoelhavam na igreja abaixavam a cabeça em cumprimento a Chico Rei, que, sentado num trono, lavava aquelas cabeças, retirando o ouro dos cabelos. Aquele ouro seria usado para dourar os altares e objetos sagrados.
Essa igreja é também chamada Igreja Nossa Senhora do Rosário os Homens Pretos e se situa no Alto da Cruz do Padre Faria. Também a outra Igreja, de Santa Efigênia, construída em Vila Rica, atual Ouro Preto, perdurou até nossos dias, podendo ser visitada em todo seu esplendor. Da Encardideira podem ser vistas suas ruínas.
Igreja e lavra são as testemunhas silenciosas de uma época e de uma história.
Stella Leonardos, apoiada nas pesquisas de Aires da Mata Machado Filho, nos dá os títulos de Chico Rei:
Manicongo, por graças de Deus,
Rei do Congo, de Angola, Macamba,
de Ocanga, Camba, de Lula e Zuza,
Duque de Buta, de Suda e Bamba,
Senhor de Amboíla e suas províncias,
Conde de Sonho, Angola e Cacongo,
Reinando em reino dos Ambondaras
e a maravilha do rio Zaire.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Um Rei chamado CHICO! (1ª Parte)


Conta-se que entre o fim do século XVII e o começo do século XVIII, época da escravidão no Brasil, os portugueses seqüestraram na África uma tribo de guerreiros e seu príncipe, dotados de grande bravura e cultura, para servirem como escravos nas jazidas de ouro de Minas Gerais.
Acorrentados e amontoados no porão do navio, sem ver a luz do dia, cruzavam o mar como um bando de animais maltratados e humilhados, passando por várias privações. Num porão que tinha capacidade para 50, espremiam-se mais de 500 escravos a serem vendidos. Muitos não sobreviviam nestas condições aviltantes, e entre eles estavam a mulher e o filho do rei, mais tarde conhecido por Chico Rei.
Este nome não veio por acaso. Desde a viagem, os portugueses notaram que aquela era uma tribo muito diferenciada, que obedecia às ordens de seu príncipe.Chegando ao Brasil, a tribo se dispersou em virtude de terem sido vendidos a feitores diferentes. Chico Rei foi enviado para Vila Rica junto com o filho que sobrevivera à viajem.
As minas os aguardavam, juntamente com a condição animalesca com que seriam tratados. Sofriam humilhações, castigos, torturas, enfim, todo tipo de indignidades que seres humanos podem sofrer.
Aprenderam tudo através de chicotadas: a nova língua, o novo trabalho e quem eram seus algozes. Os senhores o chamavam por Francisco, nome cristão; no Brasil Colônia, era proibido aos negros a prática de sua religião nativa.
Francisco e os outros negros garimpavam arduamente nas minas de ouro de Vila Rica. Alguns contam que Chico valia-se da sua esperteza e roubava ouro dos seus senhores, ao passo que outros relatam que era trabalhador de muita garra, e que nas horas livres trabalhava para si mesmo. Opiniões à parte, a verdade é que Chico conseguiu juntar ouro suficiente para comprar a liberdade do filho e, mais tarde alforriar-se também. Os dois juntos trabalhavam por um propósito.......

quarta dia 24/03 segunda e ultima parte da historia... até lá

A MAIS NOVA BLOGGEIRA!!

A partir de hoje toda semana teremos no BLOG trechos de livros divididos em capitulos postados pela mais nova bloggeira.
Leda, minha  guerreia.
Seja bem vinda morzão...

E como primeiro post teremos um trecho da historia de:

CHICO REI...  BOA LEITURA

domingo, 21 de março de 2010

RAP NACIONAL NOVAMENTE DE LUTO

Em uma letra o rapper Marechal diz:
“NÃO TA FALTANDO RAP, TÁ FALTANDO RAPPER DE VERDADE” e hoje mais que nunca, partiu uma das mulheres de mais representatividade na cena do rap nacional DINA DI a noiva do TCHUK, com uma vida nada fácil, ela foi a primeira a anunciar as mulheres no Rap. Uma mina de fato, como poucas dentro do movimento Hip-Hop. A confirmação da sua morte se deu ás 23h 30min de sexta-feira (19/03/2010) vitima de uma infecção hospitalar após o parto da filha no ultimo dia 2 de março.
GUERREIRA VAI COM DEUS, VAI EM PAZ... HOJE O HIP HOP CHORA.....